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Novo boom do Feijão trás fôlego aos produtores

Publicado 22/09/2010 14:09

 Novo boom do Feijão trás fôlego aos produtores

O mercado do Feijão que vinha mostrando ritmo lento nos negócios no mês de agosto, com os varejistas segurando os avanços, com os empacotadores trabalhando com o que tinham comprado da safra desde julho, agora esta se deparando com um mercado em final de colheita do Irrigado nos Estados Centrais, quebra da safra do Nordeste, seca arrasando as lavouras do Norte do Paraná e São Paulo e pouca oferta do produto por muitas semanas pela frente. Desta forma a pequena retenção das vendas ocorridas nestas ultimas duas semanas pelos Produtores Mineiros e Goianos serviu de estopim para uma nova arrancada das cotações nesta semana. Os empacotadores estavam com estoques baixos e o varejo voltando às compras, servindo para alavancar as indicações que estavam entre os R$ 115/120 na semana passada para casa dos R$ 180/200 que estão sendo negociados neste momento e alguns apostando que vai ainda mais longe. Sendo que o bom momento esta fazendo os produtores voltarem aos negócios e este fator tende a ser um ponto de limitação de grandes disparadas nos indicativos. Mas o fato bom é que não temos grandes ofertas de Feijão para chegar nos próximos dois meses, os estoques do governo que estão sendo colocados à venda nesta semana é de baixa qualidade e tem mercado especifico para cestas básicas, restaurantes industriais e varejo de periferia e desta forma seguira sendo bem valorizado o produto de melhor qualidade e se os produtores continuarem controlando as vendas, conseguirão melhorar os indicativos ainda mais, porque a seca continua sobre o Sul e Sudeste e mesmo sob irrigação de Pivô as lavouras paulistas que estão em desenvolvimento devem ter limitação de produtividade, porque o clima esta muito seco e os produtores não estão conseguindo colocar a água necessária para as lavouras e já mostra vários locais sem água para irrigação e desta forma estas plantações terão volumes limitados de Feijão para Ofertar nos próximos meses. No Sul a seca continua e as lavouras plantadas até agora foram perdidas, porque germinaram e estão morrendo e não há indicativos de chuvas regulares para o curto prazo, desta forma antes de dezembro não veremos boas ofertas de Feijão em Santa Catarina e no Paraná. A primeira safra 2010/11, já mostra grandes perdas e a continuidade do plantio é uma incógnita, porque não temos chuvas. O Governo em reunião da câmara setorial na ultima semana blefou em importações de Feijão, mas isso é uma balela, porque não tem produto no mercado mundial para nos atender e uma e outra carga de produto da Bolívia serve apenas como efeito psicológico. Os produtores já estão vacinados e sabem que o produto boliviano não faz cócegas no abastecimento brasileiro. Até que enfim os produtores conseguiram controlar o mercado e devem continuar mandando nos negócios, como fez nestes últimos dias e com espaço para novos avanços nas cotações.

 

 

 

Fonte: Brandalizze Consulting

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